Barra Acontece – Ano 5 –As Noticias Fluindo das Correntezas dos Rios: Grande e Velho Chico

Dono do Intercept é acusado de ligações com PT e de ter usado site para ajudar carreira política do marido

Publicado em: 10/6/2019

Jornalista americano Glen Greenwald

Responsável pelo vazamento de conversas de integrantes da Lava Jato que mobilizam o país e suas redes sociais desde ontem à noite, o site Intercept pertence ao jornalista americano Glenn Greenwald,  que é casado com David Miranda, suplente de deputado federal pelo PSOL que assumiu a vaga do ex-deputado Jean Willys na Câmara dos Deputados, quando o baiano renunciou ao mandato alegando risco de morte. O argumento tem sido utilizado por representantes da Lava Jato e defensores do hoje ministro Sérgio Moro (Justiça), um dos principais alvos dos vazamentos do Intercept, para desacreditar o trabalho do site. Reportagem do site R7 de outubro do ano passado chegou a acusar Greenwald de usar o Intercept para turbinar a carreira política do marido, que teria visto seu patrimônio crescer mais 400% desde o lançamento do site, em 2016 . “O site, que afirma ser de jornalismo investigativo independente, segue a agenda política de Miranda e apresenta reportagens favoráveis às ideias dele e críticas aos opositores. Dos 27 artigos e reportagens publicadas neste período, nenhuma abordou qualquer denúncia ou assunto relacionado ao PT. No entanto, no mesmo período foram cinco artigos e 10 reportagens críticas ao candidato Jair Bolsonaro (PSL). Ambos disputam o segundo turno da eleição presidencial. Abastecido por jornalistas freelancers, o veículo engaveta reportagens que não estão de acordo com o alinhamento político de Greenwald, que inclui ataques a grandes veículos de mídia brasileiros. Em 2016, deixou de publicar um artigo sobre a ocupação das escolas no Paraná porque o repórter havia conversado com jornalistas de uma emissora de TV e incluiu no texto o ponto de vista delas. Vale destacar que no passado Greenwald teve estreita relação com a mesma emissora, mas brigou com a empresa posteriormente”, diz trecho da reportagem do R7, que pode ser lida na íntegra aqui.

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